O estresse no trabalho está prejudicando a sua saúde? Veja 3 sinais que podem servir de alerta

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O seu trabalho pode, hoje, pagar muito bem as contas do mês. No entanto, você já parou para pensar qual seu nível de estresse e qual o custo disso para sua saúde?

É preciso lembrar que o trabalho costuma consumir boa parte das horas do seu dia. Isso significa que quando você trabalha sob forte estresse, consequentemente, você está vivendo a maior parte da sua vida dessa forma.

Para a nossa ‘sorte’, nosso sistema corpo e mente são muito habilidosos e capazes de enviar sinais de forma inconsciente de que algo não vai bem. Agora, prestar atenção a esses sinais e fazer algo a respeito vai depender única e exclusivamente de você.

Confira abaixo 3 sinais de alerta que são frequentes em grande parte das pessoas que vivem sob forte estresse no trabalho:

1. Falta de motivação pelo dia que está pela frente

Não estou falando do fato de você querer ficar mais alguns minutos curtindo a sua cama quente em um dia frio.

Eu me refiro aquela série de pensamentos negativos que aparecem quando você pensa no dia que terá pela frente no trabalho. Isso pode parecer uma força muito grande tentando te manter na cama. Sem contar no quanto esse desânimo ao pensar no trabalho contribui para você apertar o soneca do despertador até que esteja realmente atrasado.

Claro que todos temos dias que são verdadeiros desafios, mas essa falta de motivação constante, onde você se sente lutando consigo mesmo para sair da cama dia após dias, pode significar algo mais. Ainda mais se essa falta de motivação costuma ir e voltar diversas vezes ao longo do dia.

2. Oscilações constantes de humor

Pare por 2 minutos e pense na sua última semana.

Houve alguma situação na qual alguém te fez uma pergunta no trabalho e você respondeu de maneira mais ríspida do que seria o seu normal, sem qualquer necessidade? Ou você achou que seu chefe ou os seus colegas de trabalho ficam pegando no seu pé?

De alguma forma, você tem percebido essa irritação em casa também? Logo você, que costumava ter um ótimo senso de humor.

Você não se reconhece como alguém de pavio curto ou mal-humorado. No entanto, depois dessa rápida análise aqui, você notou que essas têm sido características marcantes em você?

O estresse excessivo no trabalho pode gerar esse tipo de instabilidade. E esse é um sinal importante de que a sua saúde emocional está sendo afetada negativamente. Por isso, não trate como uma simples alteração de comportamento algo que pode, por exemplo, indicar o início de um quadro depressivo.

3. Dores crônicas

Quantos dias na semana você apresenta algum dos seguintes sintomas: dores de cabeça, dores no estômago ou dores nas costas?

Claro, é sempre válida uma pesquisa para avaliar outras possíveis causas, mas existe uma grande chance desse tipo de dor estar diretamente relacionada ao estilo de vida que você tem levado.

Quando passamos por algum estímulo estressante, as alterações que acontecem no nosso corpo servem como um mecanismo de defesa.

Diante de uma situação que represente risco ou perigo, nosso organismo libera substâncias, que geram uma resposta de luta ou fuga. Ou seja, é ativado nosso modo de sobrevivência. Isso ajudou muito nossos ancestrais a não virarem refeição de algum leopardo pré-histórico.

A questão é que isso transcorria sem deixar qualquer sequela. Passado o momento de estresse, nossos hormônios voltavam ao normal e nosso corpo podia novamente trabalhar em um estado mais relaxado.

Nos dias de hoje

No ritmo frenético dos dias de hoje, situações estressantes não são momentos esporádicos. Ao longo do dia os estímulos que provocam estresse são incontáveis.

Ter como rotina horas a mais de trabalho, pular refeições, postergar férias ou períodos de descanso. Ficar horas a fio sentado na frente do computador ou em uma cadeira de atendimento sem sequer levantar para tomar água. Esses são apenas alguns exemplos de tarefas que exaurem continuamente nossa energia e nos mantém constantemente em ‘modo de sobrevivência’.

Quando o corpo trabalha dessa forma, hormônios como o cortisol são continuamente liberados, o que pode gerar um aumento na pressão arterial, no ritmo dos batimentos cardíacos e no nível de açúcar no sangue. Além de manter os músculos sob tensão constante e uma infinidade de outras alterações terríveis cientificamente já comprovadas. Esses fatores em conjunto levam, frequentemente, ao surgimento de dores crônicas.

Por isso, vale estar atento àquela dorzinha de cabeça chata ou aquela dor nas costas que parece ser sua fiel companheira de uma vida inteira.

Existe uma certa tendência do indivíduo se conformar com uma dor crônica, como se ela ‘fizesse parte’ de quem exerce aquele trabalho ou função. Ou até mesmo lançar mão de medicações para dor, prescritas ou não, na tentativa de se livrar dos sintomas, sem sequer lembrar que tais medicações mexem em tudo, menos na causa do problema.

A dor pode ser um sinal claro de que o seu corpo e/ou sua mente estão gritando por socorro. Por isso, pare e ouça.

Vale ficar atento

Vivemos em uma sociedade que culturalmente aceita essa sobrecarga e insalubridade no trabalho como ‘normal’ ou ‘inevitável’. Vale estar atento e lembrar que muitas vezes isso tem um preço que nem você e nem ninguém podem pagar. A decisão é sua

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